Antimatéria
O “quem” pertence apenas ao mundo dos vivos, dos egos. Após a morte, nomes de pessoas viram ideias vagas e incômodas.
Tudo o que é importante, o “que” e o “como” das coisas, deve ridicularizar tentativas de autoria.
Toda autoridade pessoal tende à ruína. A fortaleza e a permanência estão no mundo das formas, e somos demasiado matéria.